CURSOS

       Dia 12 de setembro – terça-feira

       Período Manhã – 9h às 12h

  1. Auditoria e faturamento Ambulatorial SUS – Módulo I.
  • Curso básico de faturamento ambulatorial. Regras, definições e conceitos.
  • BPA Consolidado, Individualizado e APAC. Um passeio pelo SIGTAP.
  • Os principais procedimentos ambulatoriais.
  • O que é preciso saber para autorizar, faturar e auditar uma APAC.
 
  1. Auditoria e faturamento Hospitalar SUS – Módulo I.
  • Curso básico de faturamento hospitalar, os conceitos, as regras e as definições.
  • Uma leitura do manual da AIH e um passeio pelo SIGTAP,
  • CID na AIH.
  • A AIH como conta agrupada e aberta.
  • Procedimento principal, secundário e especial e suas compatibilidades.
  • Diárias: o que são e como se conta. Diárias especiais.
  • Definição e registro de cirurgia múltipla e politraumatizado.
  • O registro das OPM a partir da compatibilidade e quantidade.
 
  1. Reflexo do CNES no dia a dia dos serviços – Módulo I
  • Principais conceitos e regras de negócio;
  • Fluxo de cadastro (da ponta ao Banco Nacional);
  • Principais atores e suas competências;
  • Perfil de Acesso de Usuários;
  • Descentralização de cadastro: novas perspectivas para um CNES mais atualizado
  • Impactos CNES nos sistemas de produção
 
  1. Tabelas AMB X CBHPM – Conhecendo suas lógicas.
  • Lógica da AMB e da CBHPM
  • Por que ainda não houve a migração total para a CBHPM?
  • Quais as dificuldades que decorrem da não migração?
  • Tabela TUSS e CBHPM como compatibilizar?
  • E a TISS aonde entra nessa lógica?
 
  1. Prontuário do Paciente – Aspectos Legais e de Registro – Módulo I
  • Os aspectos jurídicos, éticos e legais de um prontuário.
  • Atualidades sobre prontuário do paciente.
  • Os registros obrigatórios. Siglas e letra ilegível.
  • As funções, o sigilo e a guarda do prontuário.
  • A quem pertence o prontuário, quem tem acesso às informações em um prontuário de paciente e o prazo de arquivamento do prontuário.
  • Os pedidos de cópias por autoridades, auditores e seguradoras.
  • Consentimento esclarecido e outras exigências legais.
  • O paciente menor de idade.
  • O prontuário do paciente e o Código Civil, Penal e outros.
 
  1. DRG – Brasil.
  • Cenário da Saúde
  • O que é o DRG

       Histórico

       Uso no Mundo

       Características Técnicas

  • O DRG Brasil

       Histórico

  • Desenvolvimento do Sistema DRG Brasil
  • Uso da Metodologia DRG na Gestão

       Dados de desempenho

       Interpretação dos relatórios: gerando informação

  • Qualificação de Hospitais
  • Governança Clínica

       Melhoria da segurança assistencial e a redução dos custos associado

 
  1. Codificação de CID-10 - Módulo I.
  • Desenvolvimento histórico da Classificação Internacional de Doenças, legislação, a estrutura básica da CID (letra e números) e as convenções,
  • Problemas especiais de classificação e codificação em morbidade e mortalidade. O objetivo e a Importância da CID nos Sistemas de Informações em Saúde
  • Papel do Codificador
  • Apresentação dos Volumes I, II e III. Apresentação e descrição da CID-10
  • Volume II ou Manual de Instruções.
  • As possibilidades de uso do duplo código na teoria e na prática.
 
  1. Recurso de Glosa: o eterno conflito.
  • Até quando as Operadoras e Prestadores de serviços terão de conviver com a glosa?
  • Que mecanismos internos podem e devem existir para minimizar este evento?
  • A mudança dos modelos de remuneração é uma saída?
  • Erros de faturamento são glosas?
  • Diferenciando glosa técnica de glosa administrativa.
 
  1. Como organizar a gestão de pessoas em tempos atuais.
  • Como gerenciar pessoas em tempos atuais? Avaliar o desempenho, investir e desenvolver potencialidades, administrar o conflito das gerações, otimizar a força do trabalho em equipe e ainda trazer resultados?
  • Como motivar, acolher e traçar o futuro das equipes?
  • Onde está a receita do equilíbrio?
  • Gestão COM pessoas é o caminho.
 

Cursos a tarde

 
  1. Auditoria e faturamento Ambulatorial SUS – Módulo II.
  • Os procedimentos diagnósticos e cirúrgicos no BPA.
  • Como autorizar a APAC de oncologia e a APAC de TRS.
  • Medicamentos com compra centralizada pelo Ministério da Saúde.
 
  1. Auditoria e faturamento Hospitalar SUS – Módulo II.
  • Como faturar para além do manual da AIH.
  • Apresentação e discussão de regras que não estão no manual ou que precisam mudar.
  • O SIHD sob gestão descentralizada e os critérios de autorização e controle: mudança de procedimento, emissão de nova AIH e encerramento administrativo.
  • Laudos para procedimentos especiais.
  • Cirurgias sequenciais: o que são e o que autorizar...
  • AIH de obstetrícia.
  • AIH de laparotomia, traqueostomia, toracostomia e outras cirurgias.
  • Habilitações exigidas e a alta complexidade: até onde é necessário ou não
  • As críticas do SIHD, as exclusões e o papel do autorizador/auditor. AIH sobrepostas.
 
  1. Codificações de CID 10 - (volume 1 e 3) - Módulo II
  • Conhecendo o Volume I - Lista Tabular e o Volume III. Quando usar um e outro.
  • Estudo dos 21 capítulos da CID e das regras e disposição para classificação e codificação morbidade e mortalidade; às regras de codificação e todas as suas implicações.
  • Causas externas. O quarto digito.
  • Exercício sobre o uso dos volumes da CID em morbidade.
 
  1. Reflexo do CNES no dia a dia dos serviços – Módulo II
  • CNES – Não durma com suas dúvidas
  • Principais Portarias e os impactos de suas regras no CNES;
  • Dúvidas relacionadas ao cadastro de estabelecimento, profissionais, equipes e mantenedora;
  • Rodada de esclarecimentos
 
  1. DRG Brasil – metodologia de gerenciamento da produtividade e da qualidade assistencial.
  • Exercícios práticos: estudo de caso
 
  1. Auditoria SUS em Oncologia – cirurgias oncológicas e reparadoras.
  • Apresentação das principais cirurgias oncológicas e os principais procedimentos através de cirurgias reparadoras. Técnicas cirúrgicas mais utilizadas.
  • Descrição dos procedimentos
  • Enxertos, retalhos e rotação de retalhos. Descrição e indicação.
  • Cirurgias de pele e de parede. Biópsias
 
  1. Indicadores Hospitalares e Censo Hospitalar.
  • O que é um indicador, definição, características e uso.
  • O censo hospitalar: conceitos e definições.
  • Os principais indicadores em saúde para a gestão. Conceitos e cálculos.
  • A gestão hospitalar com base em seus indicadores. O papel do Núcleo interno de regulação/NIR.
  • O método Kanban.
 
  1. Custos x Procedimentos Gerenciados.
  • A mudança dos modelos de remuneração saindo do fee for service para procedimentos gerenciados.
  • Epidemiologia hospitalar e avaliação da estrutura hospitalar.
  • Escolhendo os procedimentos a serem gerenciados.
  • Como montar e dimensionar um procedimento gerenciado.
  • Vantagens em relação aos outros modelos.
  • A avaliação dos custos na formulação dos procedimentos gerenciados e seus indicadores de resultado.
 
  1. Prontuário do Paciente (Comissões, legislação) Módulo II.
  • A obrigatoriedade, a constituição e o papel das comissões de prontuário e de revisão de óbitos.
  • Como fazer para as comissões serem atuantes.
  • O processo do prontuário eletrônico: da certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde – SBIS e CFM ao usopelos profissionais. Os problemas e as soluções.
  • Considerações sobre o preenchimento da Declaração de óbito.

     Conheça os palestrantes já confirmados

     Débora Soares de Oliveira
     Enfermeira, Regulação de OPME/DMI - QUALIREDE - Gestão de Planos de Saúde

     Josenir Teixeira
     Membro da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB/SP e Presidente da Comissão da Defesa das Santas Casas da OAB/SP

     Luanna Silva da Costa
     Consultora Técnica responsável pelo CNES - Brasília/DF

     Luis Otávio Vianna
     Enfermeiro, Consultor junto ao CEALAG, nos programas de melhoria de Gestão dos Hospitais Filantrópicos e Sócio proprietário da “Integrar Saúde”

     Luis Gustavo Garavelli
     Gerente de Produtos e Precipitação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz

     Mauricio Oliveira O. A. Alchorne
     Médico, Professor e Presidente da Comissão de Prontuários do Hospital Israelita Albert Einstein a partir de fevereiro de 2012 até a presente data.

     Paula Mello
     Psicóloga e Consultora da área da Saúde – Araraquara/SP

     Selma Santos - Gerente Corporativa de Faturamento
     Administração Corporativa – Associação Congregação de Santa Catarina

     Renato Couto
     Diretor do DRG – Diagnosis Related Group – Belo Horizonte/MG

     Virgínia da Silva Lucas
     Consultoura Técnica – CGSI/DRAC/SAS - Brasília/DF

     Vanderlei Soares Moya
     Diretor Técnico do GNACS – Componente Estadual de Auditoria da SES/SP